Aristóxeno (e depois dele Cícero em De Offic. 3.45) contou que por volta do século IV a.C., Pítias e seu amigo Damão, ambos seguidores do filósofo Pitágoras, viajaram à cidade de Siracusa (Sicília). Pítias foi então acusado de tramar contra Dionísio I. Como punição pelo crime foi condenado à pena capital.
Aceitando a sentença de morte, Pítias pediu ao soberano que lhe permitisse voltar para casa pela última vez com o fim de resolver negócios pendentes e dar adeus a sua família. Não querendo passar por tolo, Dionísio recusou argumentando que uma vez liberado, Pítias jamais retornaria para cumprir sua sentença.




